De acordo com Andrey de Oliveira Pontes, comer para viver mais é muito mais do que seguir modismos alimentares; trata-se de organizar o prato de forma estratégica para reduzir inflamações, prevenir doenças crônicas e manter o corpo funcional por mais tempo. A longevidade saudável nasce de escolhas consistentes, feitas todos os dias, e não de soluções milagrosas de curto prazo.
Ao priorizar alimentos naturais, ricos em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes, é possível construir uma espécie de “seguro de saúde” ao longo dos anos. Assim, a alimentação deixa de ser apenas fonte de prazer imediato e se transforma em um pilar concreto de qualidade de vida, energia e autonomia na maturidade. Leia mais e entenda:
Comer para viver mais: base vegetal e diversidade de cores
Segundo Andrey de Oliveira Pontes, quem deseja comer para viver mais precisa começar pela base vegetal do prato. Legumes, verduras e frutas fornecem fibras que regulam o intestino, melhoram o controle da glicemia e ajudam a manter o colesterol em níveis adequados. Além disso, concentram vitaminas e compostos antioxidantes que combatem o estresse oxidativo, um dos principais mecanismos associados ao envelhecimento precoce e ao surgimento de doenças cardiovasculares, câncer e declínio cognitivo.

A diversidade de cores no prato também é um indicador prático de qualidade nutricional. Tons verdes escuros costumam ser ricos em folato, cálcio e magnésio; alimentos alaranjados e vermelhos tendem a concentrar carotenoides e licopeno, importantes para a saúde dos olhos, da pele e do coração. Já frutas roxas e azuladas são grandes fontes de antocianinas, que auxiliam na proteção dos vasos sanguíneos e do cérebro.
Proteínas de qualidade e gorduras protetoras
Conforme expõe Andrey de Oliveira Pontes, um erro comum de quem busca comer para viver mais é focar apenas nas calorias e esquecer a importância da proteína de qualidade. As proteínas participam da construção e manutenção da massa muscular, essencial para preservar força, equilíbrio e independência na velhice. Fontes como peixes, ovos, carnes magras, leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico) e laticínios com boa procedência contribuem para a reparação dos tecidos, a função imunológica e a estabilidade metabólica.
Além das proteínas, gorduras de boa qualidade exercem papel decisivo na prevenção de doenças cardiovasculares e inflamatórias. O consumo regular de azeite de oliva, abacate, castanhas, nozes e peixes ricos em ômega 3 favorece o equilíbrio dos níveis de colesterol e a proteção das artérias. Essas gorduras também participam da produção hormonal e da saúde cerebral, aspectos diretamente ligados ao envelhecimento saudável.
Rotina, hidratação e relação saudável com a comida
Assim como destaca Andrey de Oliveira Pontes, comer para viver mais não depende apenas do que está no prato, mas também da forma como se estrutura a rotina alimentar. Manter horários relativamente regulares, evitar longos períodos de jejum involuntário e reduzir ao máximo o consumo de ultraprocessados são atitudes que estabilizam o metabolismo e diminuem picos inflamatórios.
Nesse sentido, a hidratação diária também é parte fundamental dessa equação. A água participa de praticamente todas as reações do organismo, auxilia na digestão, na circulação, na regulação da temperatura corporal e na eliminação de toxinas. Muitos sintomas comuns, como cansaço, dor de cabeça e dificuldade de concentração, podem estar ligados à ingestão insuficiente de líquidos.
Longevidade começa no prato de hoje
Em resumo, comer para viver mais é uma decisão prática e possível, que começa nas escolhas concretas de cada refeição. Ao priorizar alimentos naturais, coloridos e minimamente processados, organizar a rotina para incluir proteínas de qualidade, gorduras protetoras e hidratação adequada, você constrói, dia após dia, um corpo mais resistente, funcional e menos vulnerável a doenças crônicas. Como frisa Andrey de Oliveira Pontes, longevidade não é apenas questão de anos de vida, mas de vida nos anos.
Autor: Edwards Jackson

