quinta-feira, abril 22, 2021
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O urologista Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes fala sobre câncer de próstata

O câncer de próstata é o segundo mais recorrente entre os homens, no Brasil. A próstata é uma pequena glândula localizada entre a bexiga urinária e o pênis. Ela é responsável por produzir um líquido que corresponde de 10 a 20 % do semen, este líquido o nutre, pois contém sais minerais. É importante que os homens tenham o hábito de se cuidarem e que o estigma em relação aos exames acabe, diz o Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes, doutor e mestre em Urologia pela Universidade de São Paulo.

De início, o câncer de próstata não apresenta sintomas notáveis, porém em estágios avançados eles provocam incômodo e desconforto como fluxo urinário fraco ou interrompido e/ou micção frequente, nictúria, disfunção erétil, fraqueza ou dormência nas pernas e nos pés, presença de sangue na urina ou no sêmen e em casos ainda mais avançados, dores fortes no corpo, infecção generalizada ou insuficiência renal.

Não se sabe ao certo a procedência dos fatores de risco que desencadeiam o câncer de próstata no que diz respeito a raça e nacionalidade, porém um fator que é recorrente é o histórico familiar e a idade. Homens com mais de 50 anos e homens que possuam parentes próximos que apresentam ou já apresentaram o desenvolvimento da doença, possuem maiores probabilidades de desenvolverem a doença. Portanto, ressalta-se a importância de fazer os exames preventivos, afirma o Dr. Marco Antonio Quesada.

O diagnóstico pode ser feito por meio de exames. Inicialmente por meio de uma tabela de pontos chamada de escore internacional de sintomas prostáticos, do toque retal e o PSA (sigla em inglês para antígeno prostático específico). Após a realização desses exames, com o resultado dos mesmos é possível verificar se há a necessidade de fazer uma biópsia, sendo esta que trará o resultado esperado. Após isso, se atestar positivo para câncer, avalia-se o grau de estadiamento e de agressividade do tumor. Se a doença estiver bem localizada e controlada, um tratamento com enfoque na região é feito. Por meio de cirurgias e radioterapias.

Contudo, se a doença estiver em estágio avançado é necessária a combinação de, além de radioterapia e cirurgias, um tratamento hormonal. Já para a doença em estágio metastático, o tratamento é mais forte, sendo necessários agentes hormonais e modificadores de metástases e quimioterapias. Com os avanços medicinais os tratamentos são cada vez mais eficazes, afirma o Dr em urologia Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes.

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